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12/1/2015
Geral
PRIMEIRA PESSOA: RASTREAR REMÉDIOS COMEÇA VIRAS UM BOM NEGÓCIO
O Estado de S. Paulo Colunista: Naiana Oscar

A lei de rastreabilidade de medicamentos, criada para mapear a trajetória do produto desde o “chão da fábrica” até o destino final, vai impulsionar os negócios da Rastreabilidade Brasil, empresa nacional, criada em 2012, com o BTG Pactual como sócio investidor.

“Identifiquei que a rastreabilidade é uma tendência mundial e decidi criar uma empresa no Brasil que faz o mapeamento completo”, disse o empresário Amilcar Lopes, presidente e fundador da companhia. De acordo com a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), até dezembro deste ano todos os laboratórios deverão colocar no mercado pelo menos três lotes rastreáveis de medicamentos. A partir de dezembro de 2016, todos deverão ser rastreados.

Qual o diferencial da Rastreabilidade Brasil das outras empresas que fazem esse tipo de rastreamento?

Fazemos a rastreabilidade completa, desde os códigos bidimensionais (2D) nas caixas de medicamentos (o RG do produto), até o desenvolvimento de softwares que controlam o movimento do produto ao longo de toda a cadeia até chegar ao destino final (farmácia ou hospital).

A empresa já fechou parceria com farmacêuticas?

A Libbs foi nossa primeira cliente (em outubro a Anvisa participou de evento de demonstração do rastreamento) e já negociamos com outras empresas, como Hypermarcas, EMS, Aché e Eurofarma.

Qual a vantagem do rastreamento?

Além da autenticidade e procedência legal do produto, as empresas podem controlar seus estoques. As farmácias também poderão gerenciar estoque por validade.

Qual será o custo por laboratório?

Para uma linha de produção (que produz milhões de comprimidos), sai entre R$ 700 mil e R$ 900 mil.

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